O novo marco do comércio eléctrónico em Angola - uma revolução ao alcance de todos
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Depois de quase uma década de paralisação, a fábrica de processamento de concentrado de tomate do Namibe vai voltar a funcionar. O anúncio foi feito pelo Ministro da Coordenação Econômica de Angola, José de Lima Massano, que garantiu que, dentro de seis meses, a unidade retomará as suas operações, marcando um passo importante para a diversificação da economia e para o fortalecimento da produção agrícola nacional.
O que significa esta reabertura para o Namibe?
O regresso da fábrica representa mais do que a simples retoma de uma unidade industrial. Ele abre caminho para:
• Geração de emprego local – centenas de postos de trabalho diretos e indiretos poderão ser criados, impactando famílias e comunidades.
• Valorização da agricultura – produtores locais de tomate terão garantido um canal de escoamento da sua produção, incentivando mais pessoas a investir no setor.
• Redução das importações – Angola poderá diminuir a dependência de produtos importados, fortalecendo a economia nacional.
• Dinamização do mercado regional – além do consumo interno, o Namibe pode se posicionar como polo de fornecimento para outras províncias e até para exportação futura.
Um marco para a economia angolana
Segundo o Ministro Massano, a reativação da fábrica insere-se na estratégia do Governo de apoiar projetos que reforcem a segurança alimentar e estimulem a produção nacional uma vez que pelas características climáticas favoráveis o Namibe produz tomate todo o ano. A medida surge também como sinal de confiança na capacidade empreendedora da região e no potencial agrícola do sul de Angola.
Oportunidades para empreendedores
A volta da fábrica não beneficia apenas os agricultores. Ela abre espaço para:
• Negócios de transporte e logística ligados ao fornecimento de tomate e distribuição do concentrado.
• Pequenos comerciantes que poderão revender o produto processado.
• Serviços de apoio agrícola, como fornecimento de sementes, fertilizantes e tecnologias de irrigação.
O futuro começa agora
A expectativa é que, com a reativação, o Namibe ganhe novo fôlego econômico e social. O setor da produção do tomate poderá se transformar em uma das grandes forças da província, reforçando o papel de Angola como país capaz de produzir e transformar os seus próprios recursos.
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E você, o que acha? A reabertura da fábrica de tomate no Namibe será um divisor de águas para a economia local? Comente para que saibamos qual é a sua opinião.
Por: Compritraz
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Etelvino Domingos
há 2 mesesVamos esperar para ver. Mas até aqui essa é uma novidade muito interessante.